domingo, 21 de agosto de 2011

Os 5 grandes do Rock Nacional


  “Não dura até Junho!”
Não parecia ter nenhuma sombra de dúvidas a revista Variety, lançada longinquo ano de 1955, ao fazer uma das previsões mais erradas da história da imprensa (comparável a previsão do jornalista que certa vez afirmou que “O futebol é algo que jamais cairá no gosto do povo brasileiro”).

O recém nascido Rock and Roll, a que ela se referia, passou de junho e foi embora, dividindo-se em diversos “braços” pelo caminho, ficando popular, ganhando diversidade, crescendo e evoluindo, rápido e imparável, embalado pelo talento de alguns dos maiores gênios que a humanidade pôde ver, pelo menos no âmbito das artes (e outros não tão geniais assim...).

E foi com essa força que o Rock and Roll chegou ao Brasil. E aqui, na nossa terra, cantando na nossa língua, embalados por esse ritmo, surgiram alguns dos maiores gênios da história da música, alguns, sem nenhum tipo de exagero, com potencial comparável, senão superior, ao daqueles que já chegaram aos nossos toca fitas (sim, toca fitas, eu sou das antigas) consagrados em âmbito internacional.

Em um tempo onde o Rock nacional busca recuperar sua identidade, e promove briguinhas bobas e infantis entre os próprios cantores de estilos diferentes, um tempo onde bandas meramente comerciais (nacionais e estrangeiras, embora isso sempre tenha existido, em maior ou menor grau) dominam as rádios, num tempo onde a informação corre como uma enchorrada a levar consigo tudo o que é bom e até aquilo que não se deseja receber, gerou-se, quem diria, um preconceito (cada vez mais crescente) com o rock nacional!

Mas esse blog não é afeito a esse tipo de comportamento. Gostamos de música boa, esteja ela em português, inglês, japones ou tupi. E também não nos deixamos levar por preconceitos ou piadinhas de internet. Batemos no peito para dizer: “Hey, eu também amo o rock nacional, sim senhor”. E é com esse pensamento que serão listadas a seguir as 4 bandas mais importantes da história do rock nacional e mais um cara, a quem nenhum dos músicos surgidos nos últimos 20 anos (brasileiros ou não) jamais chegarão aos pés.


Os Paralamas do Sucesso.

Formada no final dos anos 70, Os Paralamas do Sucesso apostaram em uma fórmula um pouco diferente daquela usada pelas bandas que dominavam a cena rock and roll nacional na época. Com um ritmo que misturava (inicialmente) rock e reggae. O grupo que surgiu no Rio de Janeiro e teve alguns encontros e desencontros antes de se formar (com direito a saída de um bateirista, que seria a inspiração do primeiro sucesso da banda, um tal de Vital, sim, aquele mesmo do hit “Vital e sua Moto”). Outra música que faz referência a esse começo incluem “Vovó Ondina é gente fina” onde a referência no caso era com relação a avó de Bi Ribeiro, que emprestava o sítio onde eles ensaiavam...

E a banda começou exatamente dessa maneira: Com músicas escrachadas e divertidas, leves. O nome da banda deveria seguir essa linha, e por pouco (ainda sobre influência da avó de Bi) eles não adotaram o nome “As Cadeirinhas da Vovó”. Vovó Ondina, aliás, faleceu em 1999 aos 95 anos. Grande Vovó Ondina! Obrigado por tudo!
O próprio cartaz que divulgava o primeiro show oficial da banda demonstra a maneira como eles mesmos levavam tudo de forma descontraída: “Western Club vergonhosamente apresenta: Os Paralamas do Sucesso”.

Na voz de Herbert Viana (que nem sempre foi o vocalista da banda), Os Paralamas atingiram o estrelato, tanto no Brasil quanto fora dele, tornando-se uma das bandas mais influentes do rock Latino-Americano, e expandindo fronteiras, cantando por exemplo, no badalado festival de Montreux.

Mas, não por acaso, como todas as bandas do rock nacional dos anos 80, polêmicas também fizeram parte da trajetória da banda (embora em menor número, se comparada com outras). Nessa época, o Brasil passava por diversas mudanças e namoricos de adolescentes mimados não era o assunto das músicas que mais faziam sucesso entre os jovens. E claro, os Paralamas também ironizavam certas facetas da sociedade daquela época, em especial a política. Mas a maior polêmica viria bem mais tarde, em 1995, com a música “Luis Inácio (os 300 picaretas)"...

Porém, a maior dificuldade enfrentada pela banda aconteceu em 2001, quando Herbert Viana sofreu um acidente sério, onde sua mulher, Lucy, acabaria por falecer. Herbert acabaria ficando com sequelas sérias... Mas não ficou incapacitado de cantar. Quando isso ficou claro, nenhum dos integrantes teve dúvida: Os Paralamas do Sucesso estavam prontos pra seguir em frente.

Os Paralamas do Sucesso estão em plena atividade hoje em dia, com 28 anos de carreira, e fôlego de meninos (com o som bem parecido com o do início, depois de terem mudado um pouco a fórmula em meados dos anos 90). Um tapa na cara de quem diz que o Rock nacional está morto.
Figuram entre os maiores sucessos da banda, “Alagados”. “Cinema Mudo”, “A Novidade”, “Lanterna dos Afogados”, “Óculos”, “Melô do Marinheiro”, “Meu Erro”, “Ela Disse Adeus” e muitos outros.

Legião Urbana

Renato Russo fazia parte de uma banda chamada Aborto Elétrico. Certo dia, ele errou a letra e levou uma baquetada de Fê Lemos. O que era pra ser uma brincadeira (ou não) acabou não dando muito certo, a banda se dividiu, e acabou gerando duas das bandas mais icônicas do Rock Nacional: Fê Lemos e seu irmão Flávio Lemos se uniram a Dinho Ouro Preto para formar o Capital Inicial, enquanto Renato Russo, que acabou ficando um tempinho sozinho, como “O Trovador Solitário”, formaria mais tarde a Legião Urbana, que passaria por algumas mudanças de formação até Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá se firmarem (o que ocorreu bem rápido).

“Apadrinhados” pelos Paralamas (que lhes abriram as portas da gravadora EMI), com músicas altamente críticas a situação brasileira, abusando de recados em forma de ironias ou mesmo críticas explícitas, em letras profundas e reflexivas, Legião Urbana acabou angariando fãs de norte a sul do país e logo se colocou como uma das bandas mais influentes da época (coisa que é até hoje, uma década e meia depois do fim da banda, sendo ainda na atualidade um dos maiores vendedores de discos da EMI).

Entretanto, não apenas de protestos viveria a Legião Urbana, que mostrava também seu talento ímpar ao compor músicas romanticas, extremamente populares entre casais apaixonados desde então. Que o digam “Eduardo & Monica”.

Com temas que iam desde homossexualidade até AIDS, passando por romances, preconceito racial, músicas mais descontraídas e críticas, Renato Russo vencia, em suas letras, todas as dificuldades e tabus impostas aos jovens daquela época e conseguia, como retorno, a admiração do público e números impressionantes. Sucessos como a folclórica e genialmente irônica “Faroeste Caboclo” não deixavam dúvida: Se tratava de uma das maiores bandas da história da música brasileira. Escrita, sempre em algum lugarzinho dos discos que eram lançados, estava uma frase em latim que pregava que a Legião Urbana vencia todas as coisas.

Infelizmente, o corpo humano é frágil e não pode vencer todas as coisas. Renato Russo acabou falecendo em 1996, vítima das complicações causadas pela AIDS. A banda anunciou o seu fim 11 dias depois. Pelo menos para eles... Por que para a música, Legião Urbana, de clássicos como como “Índios”, “Pais e Filhos”, “Será”, “Dezesseis”, “Que País é Este?”, “Geração Coca Cola”, “Ainda é Cedo”, “Giz”, “Vento no Litoral”, além dos já citados ao longo do texto e muitos outros, é atemporal.

Titãs

Um grupo de jovens se conhece no colégio, e de lá, unem suas habilidades e partem rumo ao estrelato do rock. Parece história clichê de 9 em cada 10 séries da Disney nos últimos anos, mas foi assim que os Titãs do lê-lê começaram sua trajetória. Lê-lê? Pois é, esse era o nome original da banda, que com o tempo abandonou o pobre do lê-lê. O nome Titãs surgiu com base em um livro que eles leram, onde todos os títulos dos capítulos começavam com “Titãs” (Titãs da literatura, titãs da mitologia, etc...).

Bem, aquele não era um colégio comum. Nos anos da ditadura militar, o Colégio Equipe, em São Paulo, se tornara uma espécie de polo de resistência cultural. No palco dele, chegaram a apresentar-se nomes como Caetano Veloso. Ou seja, eram os meninos certos, estudando no lugar certo.
Cantavam separados, em suas salas de aula, até estrearem juntos, em 1981, num evento do colégio. Sergio Brito, Arnaldo Antunes, Nando Reis, Marcelo Fromer, Paulo Miklos, Ciro Pessoa e Tony Belloto. Eram os únicos meninos a tocar naquela noite de veteranos, e o estilo que eles adotaram era mais uma brincadeira, quase que no improviso, pra dar uma descontraída no evento. A brincadeira deu certo. A coisa ficou séria. 1 ano depois, no Sesc Pompéia, agora realmente como uma banda, eles se apresentaram pela primeira vez.

A partir daí foi uma constante rumo ao sucesso. Com músicas como “Sonífera Ilha”, letras fortes, com significados e metáforas inteligentes, além de um som que misturava punk com pop-rock, os Titãs emplacavam sucesso atrás de sucesso e viviam com agenda lotada, até que, em 1984, uma polêmica tomou parte da banda: Dois de seus integrantes (Arnaldo e Tony) foram presos, acusados de porte e tráfico de heroína. A notícia foi um baque na banda, que por uns tempos, viu rarearem as propostas para shows e apresentações em geral.

Um ano depois, no entanto, sobre a direção do produtor Liminha (que anteriormente havia se envolvido em outra polêmica com os Titãs, ao ser acusado pela banda de ser repetitivo em seus álbuns, entre outras coisas), os Titãs voltaram ao topo das paradas.

Com o disco Cabeça Dinossauro, lançado em 1986 e eleito o melhor disco do ano, batizado com o nome de uma música que surgiu durante uma ressaca (sim, por isso, Cabeça Dinossauro, estômago de elefante, etc... Se você já teve uma ressaca, deve ter se sentido assim também), disco esse que tinha um estilo um pouco mais agressivo que os anteriores.

Com quase 3 décadas de sucesso, os Titãs passaram por muitas mudanças, como a saída de alguns integrantes, a morte de Marcelor Fromer, algumas pequenas alterações no estilo, álbuns arrebatadores e outros que passaram despercebidos, polêmicas, situações um tanto quanto curiosas (Como na ocasião do resgate da esposa de Charles Gavin, que ficou 4 dias em cativeiro, em que os policias cantavam “Policia para quem precisa / Polícia para quem precisa de polícia”)... Mas o que não mudou foram as letras inteligentes e as composições marcantes. A banda continua em plena atividade, ainda emplacando alguns sucessos vez ou outra. Entre os maiores sucessos de todos os tempos, além das já citadas Sonífera Ilha, Cabeça Dinossauro e Polícia (que fez parte da trilha sonora do filme Tropa de Elite), destacam-se “Flores” (que descreve a visão de uma pessoa morta, dentro do caixão), “Comida” (que faz parte da campanha mundial contra a fome), “Marvin”, “Epitáfio”, “Homem Primata”, “O Pulso”, “Bichos Escrotos”, “Pra Dizer Adeus”, entre muitas outras.

Barão Vermelho

Por muito pouco, o vocalista do Barão Vermelho não foi Léo Jaime, que chegou a participar de alguns ensaios na casa dos pais de Maurício. Esse, no entanto, tinha uma voz que não casava bem com o estilo da banda, e convencionou-se que ele se daria melhor cantando em quaisquer uma das outras 3 bandas que participava... Mas não saiu sem deixar uma herança: Apresentou o Barão Vermelho a um tal de Cazuza, ou vice versa. Agora, a banda do guitarrista Frejat, cujo a idéia surgiu após um show do Queen, no Morumbi, e cujo o nome faz referência a um aviador da Primeira Guerra Mundial e as tirinhas do Charlie Brown, tinha em sua formação um dos maiores poetas da história desse pais. Mas nenhum deles realmente sabia disso a aquela altura do campeonato...

Nem o pai de Cazuza, que trabalhava na Som Livre, acreditava nesse talento do filho. Para ele, o Barão Vermelho não passava de um monte de rockeiros malucos que viviam de beber e fumar, cantando nas horas vagas. Fosse isso ou não, foi obrigado a dar o braço a torcer quando grandes nomes da música, como Ney Matogrosso e Caetano Veloso se renderam ao Barão Vermelho e passaram a reverenciar a genialidade da banda. Não só o pai de Cazuza como toda a mídia passou a olhar o Barão Vermelho com outros olhos. Foram até convidados para compor a faixa tema do filme “Bete Balanço”, que levou seu nome a todos os cantos do país. Um ano depois, em um show que contou também com a Orquestra Sinfônica e o coro do Teatro Municipal, fazem um show inesquecível. O Rock in Rio em janeiro de 1985 seria a cereja do bolo: O Barão Vermelho era, sem sombra de dúvidas, uma das maiores bandas, e Cazuza, um dos maiores compositores daquela geração. Nem precisava que a revista Time os elegesse a melhor banda da América Latina...

E foi nessa época que as coisas mudaram. Cazuza, sem mais nem menos, saiu da banda. Diz-se até que a primeira vez que comunicou essa decisão, durante um show, pegou todos da banda de surpresa, e a maioria achou que se tratava de uma brincadeira. Não era. Cazuza estava cansado de dividir os holofotes, das brigas e mal entendidos que são normais nesse tipo de relação, e estava disposto a lançar-se em carreira solo, onde se deu muito bem, por sinal, até morrer, vítima das complicações causadas pelo vírus HIV, em 1990. Passada a raiva da separação, manteve a amizade e foi até homenageado pelo Barão com a faixa “O Poeta Está Vivo”, pouco antes de sua morte. Quanto ao Barão Vermelho, seguiram, dessa vez com Frejat no vocal. A banda manteve a qualidade, e depois de um tempo um pouco mais discreto comparado com o sucesso do auge, a banda voltaria a vender como água com o lançamento do disco “Carnaval”.

Outros sucessos, algumas mudanças de formação e até flertadas com estilos diferentes se seguiram até 2001, quando se apresentaram durante o Rock in Rio 3 e resolveram dar uma pausa, que durou até 2004. Em 2007, nova pausa, e essa, dura até hoje...

Entre os maiores sucessos da banda estão, além das que já foram citadas, músicas inesquecíveis como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Brasil”, “Todo amor que houver nessa vida, “Eu queria ter uma bomba”, “A Burguesia”, “Maior Abandonado”, “Por que a gente é assim”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Puro Êxtase”, “O Tempo não para”, “Pense e Dance”, “Codinome Beija-Flor”, “Torre de Babel”, e aqui, como nas outras bandas, deixarei mais um “etc”, afinal, estamos falando de bandas que praticamente não tem músicas ruins...

Roberto Carlos

Sem ele, muito provavelmente, não poderíamos falar de nenhum dos que estão listados acima. Roberto Carlos não é apenas o maior nome da história do Rock nacional, como também, o maior nome da história da música latino-americana. Sim, jovem gafanhoto, estou falando daquele mesmo Roberto Carlos dos MPB's românticos e músicas com inspiração religiosa que os seus pais ouvem nas viagens para a praia ou nos sábados pela manhã. Aquele do especial de final de ano. Pois é, muito antes de assumir esse lado, lá no início de carreira, Roberto Carlos foi o primeiro grande Rockstar do Brasil...

Ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléia, Roberto Carlos liderou a Jovem Guarda, um programa de TV que acabou definindo e estabelecendo o Rock nacional nos anos 60. Foi a jovem guarda que fundou as bases para que o Rock realmente surgisse como uma tendência forte no Brasil. Roberto Carlos tinha influência das bandas que faziam sucesso na época, como os Beatles, Elvis Presley e outros, sendo que no início da carreira, a TV Tupi chegou a denominá-lo como “O Elvis brasileiro”...

Roberto, que aos 6 anos de idade foi atropelado por uma locomotiva que vinha em marcha ré durante uma festa de sua cidade, ainda criança descobriu sua paixão e talento para a música nas aulas de violão e piano em que sua mãe lhe matriculou, embora na época ainda sonhasse ser arquiteto. Durante a juventude, tentou alguns discos, algumas bandas, até emplacar de vez, por volta de 1962, com o disco “É Proibido Fumar”. Dali para frente, não haveriam limites para o sucesso do Rei.

Durante a Jovem Guarda, da TV Record, deu-se o auge do Roberto Carlos “Rock and Roll”, que duraria por toda a década de 60. Porém, por volta de 1968, o programa foi extinto. A Jovem Guarda acabava, mas Roberto Carlos estava só começando. A partir da década de 70, ele adotaria um estilo mais romântico, MPB, bem diferente do estilo que o fizera famoso até então. Esse é o estilo que Roberto Carlos ainda mantém, e o estilo que nós, jovens, estamos acostumados. Entretanto, os sucessos do jovem Rei jamais serão esquecidos...

Quanto a carreira, não há muito o que falar. É o Rei. Por exemplo, sabe quantos cantores brasileiros venderam mais discos que os Beatles ao longo da carreira? Um. Roberto Carlos. Sabe quem é o cantor brasileiro com mais Discos de Ouro? Sabe quem é o único artista a gravar dois discos por ano ao longo da carreira, um em português, e outro em espanhol? Sabe quem tem uma coleção de discos de Ouro, Platina e Diamante que, se colocada lado a lado, poderia dar a volta no Maracanã? É, ele mesmo. 

São 5 décadas de sucesso, centenas de músicas, especiais, e trilhas sonoras de paixões que devemos a Roberto Carlos. Como a postagem já está gigante, não vou nem me dar ao trabalho de citar os sucessos dele, já que são tantos que o meu Blog poderia ser tirado do ar, acusado de ocupar espaço demais na rede... Brincadeiras a parte, não há necessidade de ficar listando os sucessos do maior nome da história do Rock, da música, e um dos ídolos mais marcantes da história do nosso país. Todas as músicas dele são geniais e merecem ser ouvidas. Vida longa ao Rei.

13 comentários:

  1. olá,
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  2. cachorro grande é muito melhor q todas ai

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  3. CARAIOOOOOOOOO

    KD IRA! ?????????????????????????????????????????????

    Um banda tão importante e significativa como Ira!!! não está na lista pq???

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  4. mano sepultura é conhecido mundialmente nada a ver barao vermelho titãs sao bandas de respeito mas porra tem q escrever a realidade mano.

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Esse post é Fail... Não da pra falar sobre os maiores do Rock nacional com apenas 5 na lista.
    E pras bixinhas que dizem que sepultura é melhor que Barao vermelho, Sepultura nunca foi banda de rock. To errado? A Sepultura agora faz baladinhas?
    Agorinha chega a turma do restart, nx, fiuk, felipe dabundon, eliana ...

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  7. Roberto Carlos, Barão Vermelho... Isso é Rock pra você? Post Fail.

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  8. Ué galera, como diz o texto, Roberto Carlos foi Rock durante seus primeiros anos. E foi ele quem fez esse estilo pegar no Brasil. Logo, foi um dos 5 mais importantes do gênero no país, fácil...

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  9. Raul acaba com esses 5, que são POPS! vc sabe nada de rock nacional

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  10. dessa lista, o grandão do Rock mesmo é o Roberto Carlos, apesar de hoje em dia não ser nada rock, e sim romantico (estilo que adotou a partir do anos 70), foi ele quem consolidou o rock no Brasil nos anos 60... agora os outros, são otimas bandas, mas não tão essenciais quanto Raul Seixas, Mutantes, Sepultura, etc...

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