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sábado, 16 de fevereiro de 2019

O Diabo Disse Não (filme completo)


Não galera, eu não entrei pro ramo de pirataria de filmes e não vou colocar 400 pop-ups no blog.
Esse filme pertence ao domínio público na verdade, e até por isso estou apenas linkando um vídeo que está no YouTube ao invés de postar um torrent maroto e safado haha.

O motivo de eu estar postando-o aqui no blog é simples: Adoro esse filme e acho que mais pessoas deveriam conhece-lo. Quando me perguntam sobre meu filme favorito, é o primeiro que eu me lembro, e logo depois costumo citar "It's a Wonderful Life" ("A Felicidade Não Se Compra") que também é incrível.

Mas a estrela dessa postagem é o "Heaven Can Wait" ("O Diabo Disse Não"), um filme de 1943 sobre um sujeito que está tentando se livrar da danação eterna no Inferno, mas parece ter dificuldades em convencer o diabo (e a si mesmo) que não merece o castigo.
Obra prima, que você pode ver online e legendado abaixo no YouTube (isso se o Google não encasquetar até com filme em domínio público por algum motivo né?).


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

6 Jogos incríveis e esquecidos de Game Boy

 Vocês sabem o que é escolher um game pela capa?
 Quem é mais das antigas vai reconhecer esse cenário: Você chega na loja de games e vê aquele monte de cartuchos. O problema é que não existe You'Tube ou Twitch, e você nunca viu nenhum daqueles jogos em nenhuma revista Gamers ou SuperGamePower. Te resta confiar na intuição e escolher seu jogo praticamente as cegas - ou não, já que a única informação que você tem é justamente a capa do jogo.
 E você tem pouco dinheiro. Muito pouco dinheiro. Tipo, 20 reais que você teve que chorar pra sua mãe te dar. Nesse cenário, um cartucho "multijogos" desses 100% piratinhas era tentador. Algum dos tais 999999 jogos haveria de ser bom, correto?

 E foi assim que eu acabei comprando uma verdadeira pérola do Game Boy. Se eu pudesse dar um nome para aquele cartucho, eu o chamaria de "Cartucho com jogos de Game Boy que ninguém jogou, mas todos deveriam". E os jogos eram mais ou menos esses aqui:

domingo, 1 de novembro de 2015

Meninos, eu vi: O último dia do Sega Dreamcast

   Nada pode ser mais rápido que a luz. Essa afirmação costumava ser verdadeira até um tempo atrás, e a minha geração talvez tenha sido a última a acreditar nisso. Claro, todos sabemos que a luz é rápida. Mas nada como o Twitter. Nada como o Whatsapp: A informação, meus amigos de 2015, é a última fronteira em termos de velocidade. Hoje em dia ela voa - e voa rápido.

  Mas em um tempo não tão remoto, embora, veja só, um tempo em que meus alunos nem eram nascidos ainda (droga, detesto textos que me lembram como estou velho) a informação chegava devagar - especialmente a informação importante de verdade: a informação sobre os games. Provavelmente ela vinha a cerca de 20 km/h, com o tiozinho na motocicleta velha, que abastecia as bancas de jornal daqui com as revistas da época.

  Eramos informados ou desinformados por revistas semanais, as vezes, mensais. Que muitas vezes chegavam semanas (ou meses) depois da época em que foram escritas (já que games eram, bom, apenas games). As revistas tinham suas preferências e focos específicos. Muitas vezes nem davam de fatos notícias: Eram apenas amontoados de reviews (alguns deles bastante tendenciosos), previews, dicas e detonados - que pra uma geração inteira de jogadores que cresceu sem internet, era o que importava. Notícias como a situação financeira das empresas raramente tinham espaço, até porque, o grande público daquelas revistas eram justamente a molecada, que não queria saber de nada disso - só queriam um detonado do Resident Evil mais novo para seguir.

 Corria o ano de 2000 e também corria o carnê das Casas Bahia. Minha mãe havia, com muito esforço, conseguido parcelar o tão sonhado Sega Dreamcast para o seu filho único (no caso, eu), que estava literalmente vivendo um sonho: Pela primeira vez, seu videogame era o assunto das capas das revistas (quanto glamour) e invejado por todos os amiguinhos (quanta ostentação), um verdadeiro "next gen" numa época em que ainda nem se usava esse termo: Ele era um 128 bits e ponto.

 Se algum dia realmente houve uma Guerra de Consoles, esse dia aconteceu em algum momento dos anos 1990: A Sega e a Nintendo realmente atacam uma a outra em suas propagandas (e não só nas propagandas), a Sony tomou dois bolos e depois deixou todo mundo comendo poeira e talvez a frase da moda fosse "No amor e nos games vale tudo", já que a Guerra tem lá seus tratados internacionais para regular. Alguém pode argumentar que há uma guerra dos games rolando hoje mas não há: Hoje em dia as empresas mantém boa relação e quem fica discutindo são os fãs na internet. Naquela época a história era outra.

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