quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Pokémon Go é o primeiro jogo da série Pokémon?

 Pokémon Go foi um dos maiores fenômenos envolvendo games que se tem notícia.
 Desde a "pokéfebre" do final dos anos 1990 / começo dos anos 2000, não se falava tanto de Pokémon

 Agora que a loucura parece ter se acalmado um pouco, talvez seja hora de falar sobre algo que nem todos se atentaram no jogo. Muito além das hordas de Rattata e Zubats, além dos CP e Lucky Eggs, existe uma informação chave em Pokémon Go que pode mudar a forma como você olha para os monstrinhos de bolso: Pokémon Go é o primeiro jogo da ordem cronológica da série. É onde todo o mundo Pokémon começou. 
 Prepare-se para conhecer a verdade por trás do mundo Pokémon e talvez, apenas talvez, daquilo que nos espera no futuro:

sábado, 8 de outubro de 2016

Helio Gracie em Street Fighter

Todo praticante de Jiu Jutsu, todo lutador e todo entusiasta de esportes como o UFC já deve pelo menos ter ouvido falar no Hélio Gracie, o lendário idealizador do jiu jutsu brasileiro que faleceu aos 95 anos em 2009.
Hélio é a inspiração óbvia do personagem mais poderoso de toda a franquia Street Fighter: Oro.
Oro inclusive luta com o braço direito amarrado, posicionado como se fosse uma tala ortopédica improvisada, numa referência óbvia a famosa luta contra Masahiko Kimura, no Maracanã, em 1951, onde Hélio aguentou 18 minutos com o braço imobilizado sem desistir (algumas fontes da época afirmam que o braço inclusive quebrou).
Na história do jogo, Oro luta com o braço dominante amarrado simplesmente para que as lutas fiquem mais divertidas, uma vez que se usar os dois braços pode finalizar qualquer adversário com muita facilidade. O que deve ser verdade, uma vez que nem mesmo o Akuma foi capaz de fazê-lo usar as duas mãos.
A biografia do personagem afirma ainda que Oro nasceu no Japão e veio para o Brasil durante a imigração japonesa do começo do século passado, e aqui encontrou a verdadeira força e a felicidade, e nunca mais foi embora. O que por sua vez pode ser encarado como uma homenagem a comunidade nipo-brasileira.
Muito mais do que Blanka, Laura e Sean, Oro é a maior homenagem que a Capcom fez aos brasileiros em toda a franquia. Personagem de Street Fighter III, há rumores que estará disponível na segunda temporada de Street Fighter V, em 2017. É esperar pra ver.
"Você se diz o mestre do punho, e isso me incomoda. O caminho para a maestria é muito mais longo do que você imagina. Prepare-se, você vai dar o primeiro passo agora..."
- Antes de sua luta contra Akuma.

domingo, 29 de maio de 2016

Os personagens não utilizados de Street Fighter V

Antes de chegar no produto final, surgem muitas ideias no desenvolvimento de um jogo. A maioria delas é descartada, incluindo algumas que chegaram bem perto de se tornar realidade.

Fãs como somos, sempre é divertido ver algumas dessas ideias que não viram a luz do dia e pensar como o jogo poderia ter sido se a tivessem levado em frente, não acham?
Recentemente, numa coluna do site japonês da Capcom, foram mostrados alguns conceitos de personagens que nunca chegaram à versão final de Street Fighter V. E você vai conhece-los a seguir:

sábado, 14 de maio de 2016

O maldito Handicap do Fifa

Nota rápida: Recomendo essa trilha sonora para a melhor ambientação da leitura a seguir

Meu primeiro Fifa foi ainda no Mega Drive, Fifa 96. A capa com dois jogadores que eu não sabia quem eram (e até hoje não sei, embora já tenha pesquisado seus nomes) disputando a bola, a primeira vez que eu vi os nomes reais (da maioria) dos jogadores dos meus times favoritos, a primeira vez que eu vi que era possível jogar com os times brasileiros... O dia que eu comprei esse cartucho eu jamais vou esquecer.

Venho jogando games de Futebol a vida toda desde então (não só Fifa, joguei muitos outros, como as séries Virtua Striker e Winning Eleven, ou PES), mas em agosto de 2015 eu tomei uma decisão: Não vou mais comprar ou jogar esse tipo de jogos.

O motivo é bem simples: Ao invés de me divertir jogando, eu estava era me estressando. Mais raiva do que com futebol real. Coisa de jogar o controle no chão e tomar prejuízo. E o motivo não é apenas minha falta de habilidade, é algo muito além disso. Seu nome, que causa calafrios naqueles que o conhecem, e descrença em tantos outros, também é o responsável pela maior polêmica do futebol mundial, e talvez a maior teoria da conspiração do mundo dos games: O Handicap da série Fifa (também conhecido como scripting). 

quarta-feira, 30 de março de 2016

O dia que a aluna travou (o pescoço)

História que rolou na escola, e seria cômica se não fosse trágica. 
Adolescentes são difíceis.
Uma aluna do segundo ano do colégio (não é uma das minhas turmas e aqui vale a ressalva: Essa história eu não presenciei desde o começo, então os primeiros parágrafos são baseados nos relatos que ouvi) talvez seja a aluna mais difícil da escola. Geniosa, teimosa, petulante, vai pra escola com roupas que definitivamente não são adequadas para isso, etc, etc, etc.
Mas ela é meio estabanada. Mesmo eu que não sou professor dela já reparei nisso nos corredores (até porque a dita cuja faz questão de ser vista). Ela se move com movimentos bruscos, desnecessários por vezes, de uma forma bastante hiperativa. Essa informação é importante para a história.
*imagem meramente ilustrativa*
Eis que a professora entra na sala e a menina está de costas, sentada na cadeira na mesma posição que a moça no começo daquela cena no filme "Flashdance" (se você viu o filme, sabe a cena e a pose), falando alto.
- Fulana, olhe pra frente
- Já vai professora (sem nem olhar pra trás)
- Fulana, agora
- Já to indo professora (ainda virada)
- Fulana... AGORA.
Nisso a menina se vira num único movimento brusco, toda espivetada, estabanada, desengonçada.
E dá um grito. Um grito seco, um grito de dor, forte que pôde ser ouvido até lá de fora, na quadra.
E para, fica imóvel, com o pescoço virado para trás:
- Professora, socorro! Não consigo mexer meu pescoço!!! Emoticon cry
Sim, a menina tinha travado o pescoço na hora que virou.
Mas travou lindo. Travou demais. A menina ficou parecendo uma coruja ou alguma assombração de filme de terror. A cena era realmente assustadora, mas confesso, o combo (jeito que ela estava vestida + jeito que ela falava + posição em que ela ficou travada + como ela se meteu nessa) era daquelas situações que você fica apavorado, mas ciente que um dia vai lembrar daquilo e rir.
Quando a professora percebeu que era sério, já era tarde: O choro aos soluços (dela e de duas amigas que pareciam estar pior do que ela), as piadas na sala já tinham começado, a direção já havia sido informada, os professores de educação física chamados (sim, só pra ir lá e dizer: "não somos médicos. Liguem para um médico"), e claro, a aula já estava arruinada.
O procedimento lógico nessas horas é entrar em contato com os pais e chamar a ambulância. Mas o telefone para contato que a escola tinha, não atendia.
- Você tem o telefone da sua mãe ai?
- Não, minha mãe tá trabalhando, lá na Avenida Paulista Emoticon cry
- Você tem o telefone dela?
- Já falei que não Emoticon cry
- Certo, e o seu pai também está trabalhando?
- No bar
- Em qual bar?
- Sei lá, ele bebe em tantos, como eu vou saber em qual bar ele tá bebendo agora? Emoticon cry
A menina saiu da sala de aula numa maca, foi levada pelo Samu, direto pro hospital (conseguiram contactar a mãe dela, através de uma vizinha).
Moral da história: Sentem direito na cadeira.
Mantenham as informações de contato atualizados na escola do seu filho (a)

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